No final da década de 40, contava o povo Campinense com três estabelecimentos de ensino secundário considerados de grande porte à época: Ginásio Alfredo Dantas, Pio XI e Imaculada Conceição, todos no centro da cidade e pagos...
Como a cada dia crescia o número de jovens oriundos dos diversos cursos primários, que proliferavam pela cidade e partiam em busca de um educandário para que pudessem dar continuidade aos seus estudos, e como tais estabelecimentos de ensino que ofereciam a gratuidade aos seus alunos, não atendiam a demanda, criou-se em Campina um movimento de cunho cultural com o objetivo de sensibilizar o Governo Estadual, no sentido de que ele construísse, em nossa cidade, um educandário de grande porte que atendesse as necessidades da época.
Assim sendo, ouviu o governo o clamor das vozes campinenses que contradizendo os costumes da época, não pediam água não pediam pão, pediam EDUCAÇÃO!
Dessa forma, o então Governador Dr. Oswaldo Trigueiro, comprometeu-se com os seus suplicantes e garantiu-lhes a construção de tal estabelecimento, de acordo com as características explicitadas pelo povo campinense em suas constantes evocações.
Em contrapartida, o Governador exigiu da edilidade campinense onde pudesse ser construída uma obra de tal porte, o que foi solucionado de pronto pelo Sr. Raimundo Viana, que doou o terreno onde hoje está edificado o ESTADUAL DA PRATA ao Governo do Estado que, de imediato, deu início às obras que em virtude do tamanho físico da construção, não foi possível concluí-la dentro do cronograma pré-estabelecido, só sendo o mesmo inaugurado vários anos depois, no governo subseqüente do Dr. José Américo de Almeida, que no dia 31 de Janeiro de 1953 veio pessoalmente à nossa cidade com a finalidade de inaugurar o que viria a ser, e continuaria sendo, o maior estabelecimento de ensino do Estado da Paraíba.
DECRETO N° 456 de 18/07/1952 - Ato que autorizou o funcionamento
RESOLUÇÃO N° 145/97 DO CEE - Ato que reconheceu o funcionamento da EEEM Dr. Elpídio de Almeida






